O diagnóstico é clínico e estruturado. Exames são usados quando há dúvidas ou pistas para outras causas.
Como o diagnóstico é estabelecido
O especialista colhe história detalhada, avalia tremor de repouso, rigidez, bradicinesia e assimetria dos achados, e observa a resposta terapêutica inicial. A classificação de estágio e a documentação da evolução usam escalas padronizadas.
Escalas de apoio: Hoehn & Yahr (estadiamento global) e UPDRS (funções motoras e não motoras). Elas mantêm a avaliação comparável entre consultas e ajudam a definir metas realistas.
Diferenciais e exames
Quando há “pistas de alerta” para parkinsonismos atípicos ou outras condições, exames de imagem são solicitados para excluir causas secundárias. A decisão é individual e discutida com o paciente e a família.
Teste de levodopa (ON/OFF)
Em situações específicas, compara-se desempenho “off” e “on” após dose supervisionada. Este teste pode apoiar o diagnóstico e orientar o planejamento terapêutico, inclusive ajuste de horários e combinações de medicação.
Medidas funcionais
Além de escalas clínicas, testes simples e reprodutíveis de marcha e equilíbrio permitem acompanhar se as metas estão sendo alcançadas e quando é hora de ajustar plano de fisioterapia/fono/TO e medicações.