Pilares: medicação, reabilitação contínua e, em casos selecionados, terapias avançadas. Decisões são individualizadas.
Levodopa
É a terapia mais eficaz para sintomas motores. As doses e intervalos são personalizados, equilibrando controle de rigidez/lentidão/tremor e efeitos adversos (náuseas, sonolência, hipotensão, discinesias). Orientação sobre horários e registro de períodos “on/off” facilita ajustes precisos.
Associações
Agonistas dopaminérgicos, IMAO-B, ICOMT e amantadina podem ser usados conforme estágio e perfil clínico, buscando maior estabilidade ao longo do dia. Revisões periódicas ajustam combinações e minimizam efeitos indesejáveis.
Reabilitação contínua
Fisioterapia (marcha, viradas, equilíbrio e força), fonoaudiologia (voz e deglutição) e terapia ocupacional (AVDs, adaptações e tecnologia assistiva) mantêm autonomia e segurança. Envolvimento de cuidadores aumenta adesão e resultados.